Criança, ele pensava: amor, coisa que os adultos sabem.
Via-os aos pares namorando nos portões enluarados se entrebuscando numa aflição feliz de mãos na folhagem das anáguas.Via-os noivos se comprometendo à luz da sala ante a família, ante as mobílias; via-os casados, um ancorado no corpo do outro, e pensava: amor, coisa-para-depois, um depois-adulto-aprendizado.
Se enganava.
Se [...]
Posts de Janeiro 11th, 2008
Amor – O Interminável Aprendizado
Publicado em Posts em Janeiro 11, 2008 | Deixar um comentário »