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Archive for setembro \29\UTC 2007

O Guia Do Mochileiro das Galáxias

Éssa é a introdução que está no livro…

“Muito além dos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental desta Galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.
Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande idéia.
Este planeta tem – ou melhor, tinha – o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.
E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas Acreditava que havia sido um erro terrível da espécie descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima idéia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.
E, então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa pequena lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota e a idéia perdeu-se para todo o sempre.
Esta não é a história dessa garota.”
É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas conseqüências.
É também a historia de um livro, chamado O Mochileiro das Galáxias – um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha visto ou sequer ouvido falar dele.
Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.
Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor – editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar, também.
O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller – mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinqüenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polemico que a colossal trilogia filosófica de Oolonn Colluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem é Esse Tal de Deus Afinal?
Em muitas das civilizações mais tranquilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório padrão de todo conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.

Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz impressa na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.(…)

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A irreverente série “O Guia do Mochileiro das Galáxias” figurou por muito tempo entre os dez maiores best-sellers ao redor do mundo (chegou mesmo a estar em primeiro lugar por duas vezes consecutivas aqui mesmo, no Brasil).

Recheada de elementos de Ficção-Científica old school e com o melhor do mais puro humor britânico, a série é um cult moderno. Seus personagens, os mais cômicos e bizarros de tudo o que há na história. Um humano que foi despejado de sua casa para a construção de uma auto estrada; um alienígena disfarçado que vivia entre os humanos muito atrapalhado e o mochileiro de plantão; uma humana que caiu numa cantada ridícula do presidente do universo, e por isso foi embora com ele da Terra; e Marvin, um robô depressivo-suicida-psicótico. E é essa turma que vai guiá-lo nesta aventura pelo Universo…

A série é composta por cinco livros:

 · O Guia do Mochileiro das Galáxias
·
O Restaurante no Fim do Universo
·
A Vida, o Universo e Tudo Mais
·
Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes!
·
Praticamente Inofensiva

 

Douglas Adams nasceu em Cambridge, Inglaterra, em 1952 e faleceu em 2001.
Considerado por muitos como um dos autores mais perspicazes de nossos tempos,ele também se envolveu profundamente com a literatura e a ciência. Escreveu um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, que vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado… Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da ” alta cultura ” e de diversas instituições atuais. A genialidade de Douglas Adams e a forma como ele usa as situações mais absurdas para nos fazer rir em seus livros, que trata em última instância da busca do sentido da vida , não só diverte como também faz pensar .

 

 

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Sonhos…

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“Há quem diga que todas as noites são de sonhos…
Mas há também quem garanta que nem todas…
só as de verão…

Mas no fundo isso não tem muita importância…
O que interessa mesmo
não são as noites em si…
São os sonhos…

Sonhos que o homem sonha sempre…
Em todos os lugares,
em todas as épocas do ano…
Dormindo ou acordado…”

…Shakespeare…

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Só se vê com o coração…

00026pzq.jpg (… Foi então que apareceu a raposa.
– Olá, bom dia! – disse a raposa.
– Olá, bom dia! – respondeu delicadamente o pequeno príncipe que se voltou mas não viu ninguém.
– Estou aqui – disse a voz – debaixo da macieira.
– Quem és tu? – perguntou o principezinho. – És bem bonita…
– Sou uma raposa – disse a raposa.
– Anda brincar comigo – pediu-lhe o principezinho. – Estou triste…
– Não posso ir brincar contigo – disse a raposa. – Não estou presa…
– AH! Então, desculpa! – disse o principezinho.
Mas pôs-se a pensar, a pensar, e acabou por perguntar:
– O que é que “estar preso” quer dizer?
– Vê-se logo que não és de cá – disse a raposa. – De que é que tu andas à procura?
– Ando à procura dos homens – disse o principezinho. – O que é que “estar preso” quer dizer?
– Os homens têm espingardas e passam o tempo a caçar – disse a raposa. – É uma grande maçada! E também fazem criação de galinhas! Aliás, na minha opinião, é a única coisa interessante que eles têm. Andas à procura de galinhas?
– Não – disse o principezinho. Ando à procura de amigos. O que é que “estar preso” quer dizer?
– É a única coisa que toda a gente se esqueceu – disse a raposa. – Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.
– Laços?
– Sim, laços – disse a raposa. – Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo…
– Parece-me que estou a começar a perceber – disse o principezinho. – Sabes, há uma certa flor…tenho a impressão que estou presa a ela…
– É bem possivel – disse a raposa. – Vê-se cada coisa cá na Terra…
– OH! Mas não é da Terra! – disse o principezinho.
A raposa pareceu ficar muito intrigada.
– Então, é noutro planeta?
– É.
– E nesse tal planeta há caçadores?
– Não.
– Começo a achar-lhe alguma graça…E galinhas?
– Não.
– Não há bela sem senão…- disse a raposa.
Mas a raposa voltou a insistir na sua ideia:
– Tenho uma vida terrivelmente monótona. Eu, caço galinhas e os homens, caçam-me a mim. As galinhas são todas iguais umas às outras e os homens são todos iguais uns aos outros. Por isso, às vezes, aborreço-me um bocado. Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Eu não como pão e, por isso, o trigo não me serve de nada. Os campos de trigo não me fazem lembrar de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando eu estiver presa a ti, vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo…
A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho.
– Por favor…Prende-me a ti! – acabou finalmente por dizer.
– Eu bem gostava – respondeu o principezinho – mas não tenho muito tempo. Tenho amigos para descobrir e uma data de coisas para conhecer…
– Só conhecemos as coisas que prendemos a nós – disse a raposa. – Os homens, agora, já não têm tempo para conhecer nada. Compram as coisas já feitas nos vendedores. Mas como não há vendedores de amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, prende-me a ti!
– E o que é que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
– É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não me dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto…
O principezinho voltou no dia seguinte.
– Era melhor teres vindo à mesma hora – disse a raposa. Se vieres, por exemplo, às quatro horas, às três, já eu começo a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro em ponto já hei-de estar toda agitada e inquieta: é o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas é que hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito…São precisos rituais.
– O que é um ritual? – perguntou o principezinho.
– Também é uma coisa de que toda a gente se esqueceu – respondeu a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias e uma hora, diferente das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, têm um ritual, à quinta-feira, vão ao baile com as raparigas da aldeia. Assim, a quinta-feira é um dia maravilhoso. Eu posso ir passear para as vinhas. Se os caçadores fossem ao baile num dia qualquer, os dias eram todos iguais uns aos outros e eu nunca tinha férias.
Foi assim que o principezinho prendeu a raposa. E quando chegou a hora da despedida:
– Ai! – exclamou a raposa – ai que me vou pôr a chorar…
– A culpa é tua – disse o principezinho.- Eu bem não queria que te acontecesse mal nenhum, mas tu quiseste que eu te prendesse a mim…
– Pois quis – disse a raposa.
– Mas agora vais-te pôr a chorar! – disse o principezinho.
– Pois vou – disse a raposa.
– Então não ganhaste nada com isso!
– Ai isso é que ganhei! – disse a raposa. – Por causa da cor do trigo…
Depois acrescentou:
– Anda, vai ver outra vez as rosas. Vais perceber que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo.
O principezinho lá foi ver as rosas outra vez.
– Vocês não são nada parecidas com a minha rosa! Vocês ainda não são nada – disse-lhes ele. – Não há ninguém preso a vocês e vocês não estão presas a ninguém. Vocês são como a minha raposa era. Era uma raposa perfeitamente igual a outras cem mil raposas. Mas eu tornei-a minha amiga e, agora, ela é única no mundo.
E as rosas ficaram bastante incomodadas.
– Vocês são bonitas, mas vazias – ainda lhes disse o principezinho. – Não se pode morrer por vocês. Claro que, para um transeunte qualquer, a minha rosa é perfeitamente igual a vocês. Mas, sózinha, vale mais do que vocês todas juntas, porque foi a que eu reguei. Porque foi a ela que eu pus debaixo de uma redoma. Porque foi ela que eu abriguei com o biombo.. Porque foi a ela que eu matei as lagartas (menos duas ou três, por causa das borboletas). Porque foi a ela que eu vi queixar-se, gabar-se e até, às vezes, calar-se. Porque ela é a minha rosa.
E então voltou para o pé da raposa e disse:
– Adeus…
– Adeus – disse a raposa. Vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos…
– O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
– Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
– Os homens já se esqueceram desta verdade – disse a raposa. – Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que está preso a ti. Tu és responsável pela tua rosa…
– Sou responsável pela minha rosa… – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.(…)
(Trecho do livro O Pequeno Príncipe – Antoine de Saint-Exupéry)

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Se…

borboleta1.jpg“Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria acesso ao sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora….
Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais
para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
alem do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação.

E, quando tudo mais faltasse, eu deixaria um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.”

(Mahatma Ghandi)

Além do pão, o traba

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1.Novelas Paulistanas: Brás, Bexiga e Barra Funda – Antonio de Alcântara Machado
2.A Rosa do Povo – Carlos Drummond de Andrade
3.O Tempo e o Vento – Érico Veríssimo
4.Vidas Secas – Graciliano Ramos
5.Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa
6.Invenção de Orfeu – Jorge de Lima
7.Libertinagem – Manuel Bandeira
8.Macunaíma: O Herói sem Nenhum Caráter – Mário de Andrade
9.Reinações de Narizinho – Monteiro Lobato
10.Poesia Liberdade – Murilo Mendes
11.Dom Casmurro – Machado de Assis
12.Triste Fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto
13.Memórias Sentimentais de João Miramar – Oswald de Andrade
14.Morte e Vida Severina – João Cabral de Mello Neto
15.A Hora da Estrela – Clarice Lispector
16.Gabriela, Cravo e Canela – Jorge Amado
17.Crônicas da Casa Assassinada – Lúcio Cardoso
18.Os Sertões – Euclides da Cunha
19.O Ex-Mágico – Murilo Rubião
20.O Vampiro de Curitiba – Dalton Trevisan
21.Os Cavalinhos de Platiplanto – J.J. Veiga
22.A Coleira do Cão – Rubem Fonseca
23.Ópera dos Mortos – Autran Dourado
24.A Lua vem da Ásia – Campos de Carvalho
25.Histórias do Desencontro – Lygia Fagundes Telles
26.Canaã – Graça Aranha
27.A Menina Morta – Cornélio Penna
28.A Luta Corporal – Ferreira Gullar
29.O Conde e o Passarinho – Rubem Braga
30.Baú de Ossos – Pedro Nava
31.Jeremias sem Chorar – Cassiano Ricardo
32.Faróis – Cruz e Souza
33.Vestido de Noiva – Nelson Rodrigues
34.O Pagador de Promessa – Dias Gomes
35.Navalha na Carne – Plínio Marcos
36.A Moratória – Jorge Andrade
37.Mar Absoluto – Cecília Meireles
38.O Dialeto Caipira – Amadeu Amaral
39.Princípios de Lingüística Geral – Joaquim Matoso Câmara Júnior
40. A Unidade da România Ocidental – Theodoro Henrique Maurer Jr
41. Línguas Brasileiras: para o Conhecimento das Línguas Indígenas – Aryon DallIgna Rodrigues
42.Princípios da Economia Monetária – Eugênio Gudin
43.Inflação: Gradualismo e Tratamento de Choque – Mário Henrique Simonsen
44.Da Substituição de Importações ao Capitalismo Financeiro – Maria daConceição Tavares
45.A Inflação Brasileira – Ignácio Rangel
46.Quinze Anos de Política Econômica – Carlos Lessa
47.A Economia Brasileira em Marcha Forçada – Antônio Barros de Castro eFrancisco Eduardo Pires de Souza
48.História Econômica do Brasil, 1500-1808 – Roberto Cochrane Simonsen
49.Desenvolvimento Econômico e Evolução Urbana – Paul Singer
50.A Lanterna na Popa: Memórias – Roberto Campos
51.Tratado de Direito Privado – Pontes de Miranda
52.Código Civil dos Estados Unidos dos Brasil – Comentado – ClóvisBevilacqua
53.A Cultura Brasileira: Introdução ao Estudo da Cultura no Brasil -Fernando de Azevedo
54.Educação para a Democracia: Introdução à Adm. Educ. – Anísio SpinolaTeixeira
55.Pedagogia do Oprimido – Paulo Freire
56.História da Educação no Brasil – Otaíza Oliveira Romanelli
57.A Criança Problema – Arthur Ramos
58.José Bonifácio: História dos Fundadores do Império do Brasil – OctávioTarquínio de Sousa
59.Capítulos da História Colonial – 1500 – 1800 – João Capistrano de Abreu
60
.Evolução Política do Brasil e outros Estudos – Caio Prado Jr.
61.Formação Econômica do Brasil – Celso Furtado
62.Raízes do Brasil – Sérgio Buarque de Hollanda
63.Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial – Fernando A.Novais
64.Da Senzala à Colônia – Emília Viotti da Costa
65.Os Donos do Poder. Formação do Patronato Político Brasileiro – RaymundoFaoro
66.Olinda Restaurada – Guerra e Açúcar no Nordeste – 1630/1654 – EvaldoCabral de Mello
67.O Escravismo Colonial – Jacob Gorender
68.A Integração do Negro na Sociedade de Classes – Florestan Fernandes
69.Casa Grande & Senzala – Gilberto Freyre
70.Formação da Literatura Brasileira – Antônio Cândido
71.A Terra e o Homem no Nordeste – Manoel Correia de Andrade
72.O Colapso do Populismo no Brasil – Octávio Ianni
73.Populações Meridionais do Brasil: Hist. Org. Psicolog. – OliveiraVianna]
74.Teoria da História do Brasil – José Honório Rodrigues
75.Formação Histórica da Nacionalidade Brasileira – Manoel de OliveiraLima
76.O Espaço Dividido, os dois circuitos da economia urbana dos paísessubdesenvolvidos – Milton Santos
77.Capitalismo e Escravidão no Brasil Meridional – Fernando HenriqueCardoso
78.Aldeamentos Paulistas – Pasquale Petrone
79.O Messianismo no Brasil e no Mundo – Maria Isaura Pereira Queiroz
80.Os Africanos no Brasil – Nina Rodrigues
81.Bibliografia Crítica da Etnologia Brasileira
82.Tradição e Transição em uma Cultura Rural do Brasil – Emílio Willems
83.Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani – Egon Schaden
84.Estudos Afro-Brasileiros – Roger Bastide
85.Povoamento da Cidade de Salvador – Thales de Azevedo
86.Os Índios e a Civilização – A Integração das Populações Indígenas noBrasil Moderno – Darcy Ribeiro
87.O índio e o Mundo dos Brancos. A situação dos Tukuma dos AltosSolimões – Roberto Cardoso deOliveira
88.Bahia: A Cidade do Salvador e seu Mercado no Século XIX – Kátia M. deQueirós Mattoso
89.O Brasil Nação. Realidade da Soberania Brasileira
90.A Organização Social – Alberto Torres
91.Contribuição à História das Idéias no Brasil – João Cruz Costa
92.Consciência e Realidade Social – Álvaro Vieira Pinto
93.Estudos de Literatura Brasileira – José Veríssimo
94.Construções Civis: Curso Professorado na Escola Politécnica de SãoPaulo – Alexandre Albuquerque
95.Cálculo de Concreto Armado – Telemaco Van Langendonck / AssociaçãoBrasileira de Cimento Portland,1944-1950
96.Sobre Arquitetura – Lúcio Costa
97.Dicionário de Arquitetura Brasileira – Eduardo Corono e Carlos Lemos
98.Dicionário das Artes Plásticas no Brasil – Roberto Pontual
99.História Geral da Arte no Brasil – Walter Zanini
100.Histologia Básica – Luis Carlos Uchoa Junqueira e Jose Carneiro.

Votação promovida em 1999 pela Câmara Brasileira do Livro

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Brown Penny

eg-135.jpg“Eu sussurrei: “Sou jovem demais”
E depois: “ Sou velho o bastante”;
Assim sendo joguei uma moeda
Para descobrir se podia amar.

“Vá e ame, vá e ame rapaz
Se a moça for jovem e bela”
Ah, moeda, moeda marrom, moeda marrom,
Fui laçado nos laços dos cabelos dela.

O amor é tortuoso,
Ninguém é sábio o bastante
Para descobrir tudo que ele contém,
Pois ele ficaria pensando no amor.

Até que as estrelas tivessem fugido
E as sombras encoberto a lua.
Ah, moeda, moeda marrom, moeda marrom,
Ninguém começa cedo demais.”

William Butter Yeats (1865-1939)
Dramaturgo e poeta irlandes

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Uma das minhas favoritas…

“…Sim já sei de onde venho…tudo o que

tocam as minhas mãos se torna luz e o

que lanço não é mais do que carvão.

Certamente, sou uma chama!” –

Friedrich Nietzsche,
(1844-1900) foi um influente filósofo alemão do século XIX

Não deixe de ler “Quando Nietzsche chorou”

O romance de estréia de Irvin Yalom, psicoterapeuta e professor de psiquiatria na Universidade de Stanford, combina personagens reais da Europa do fim do século XIX com ficção. Trata do encontro entre Nietzsche, Freud e Josef Bauer. Lou Salomé promove um encontro entre o médico Bauer e Nietzsche, pois o filósofo sofre de um mal desconhecido. O encontro entre a psicanálise, a filosofia e a literatura torna-se inevitável neste romance inteligente.

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